| Imagem elaborada pela IA GPT |
Em teus olhos mergulhei
para rever
reviver o já vivido.
Neles me embebi
embevecido
ao arrebatar do inesquecido
“o que não foi
e que poderia ter sido”.
Colhi nas minhas
o perfume de tuas narinas.
A essência de tuas crinas e
resinas
às minhas misturei.
Com os meus, colhi-te
os lábios, entreabertos
em suave espera e ânsia.
Beijei-te os olhos
– fechados para que visses
e sentisses
plenamente a magia do
momento –
e deles vertias o céu e o
mel.
Te. 08.91
Bom dia mestre! Um pulo no passado e um avanço no presente e futuro. Pensamentos com palavras e muita sabedoria na reflexão, assim é o nobre poeta, que em suas escritas, envereda pelos gêneros literários, quando lhe convém e ainda com figuras de linguagem, que muito embeleza cada poema escrito.
ResponderExcluirJosé Maria de Carvalho
ResponderExcluirMuito obrigado, estimado amigo e parente.
ResponderExcluirUm irrepreensível poema que me levou aos tempos de antanho em que meu coração palpitava apaixonado por quaisquer piscar d’olhos!!! 😂😂😂
ResponderExcluirA inspiração não se despede do poeta. Parabéns!
ResponderExcluirGrande Poeta Maior!
ResponderExcluirAssim a gente mergulha e nem sabe onde vai dar ou se o fôlego chega lá! Bravo!!!!!