20 de outubro
O “MONSTRO” ATACA NOVAMENTE
Elmar Carvalho
Momentaneamente sem impressora, por causa de minha mudança de casa, fui ao escritório do amigo Carlos Cardoso, para imprimir uma “procuração”. Logo ao saudá-lo, perguntei se tinha notícia do monstro. O “monstro” em tela é o primo dele e meu amigo Otaviano. Disse-me que tinha; que recentemente ele telefonara para a irmã Cristina do Vale e Silva e disse-lhe que estava sofrendo muito, pois estava no meio do sol quente, padecendo de uma sede tremenda. Na verdade, estava numa praia de Natal, degustando uma cerveja; fazia uma excursão turística pelo Nordeste. Poucos dias depois, estava eu posto em sossego, tomando banho numa piscina, quando chegou uma pessoa amiga. Banquei o “monstro”; disse a essa pessoa que estava sofrendo muito, e que estava me afogando e afogando minhas mágoas na piscina; que a água não era água, mas lágrimas. E sorvi uma dose de uísque, por remate de meus males.
Loucuras de escritores!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirO poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.(Transcrito do poema "Alegria de La Tristeza" (A Alegria na Tristeza) do uruguaio Mario Benedetti)
ResponderExcluirO poeta Manuel Bandeira, em versos, dizia que aprendêssemos a amar nossa tristeza que um dia terminaríamos por amá-la, ou algo semelhante. Na vida precisamos tentar cultivar o bom-humor, a despeito das adversidades, até mesmo para o bem de nossa saúde e de nossos neurônios.
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